Terça-feira
16Jun

Story of Stuff

De vez em quando cruzamos com alguma mensagem, website ou vídeo que nos faz refletir sobre nossa vida e/ou a sociedade em que vivemos.

 

Este é o caso do Storyofstuff.

 

 

Ou veja aqui a versão legendada em Português:

Quinta-feira
14Mai

De volta dos EUA... cadê a crise? E a gripe suína?

Passei poucos dias nos EUA a trabalho, retornando hoje. Saí de lá com duas impressões bem fortes...

 

Em diversas oportunidades pude ouvir rádio e ver TV (ou só ouví-la enquanto respondia um caminhão de emails). E só hoje percebi: não ouvi uma noticiazinha sequer a respeito da gripe suína. Nada. É como se não estivesse acontecendo... como se fosse um problema que não os afeta e não importa. Interessante que cheguei a ver até uma matéria a respeito do investimento que o novo governo Obama está destinando à Saúde, mas mesmo assim: nenhuma menção específica à gripe suína.

As notícias mais divulgadas até ontem eram: um barco, aparentemente envolvido com atividades ilegais (ainda não confirmado), que virou e resultou na morte de várias pessoas... e talvez a notícia mais popular: o caso da Miss EUA que retornou a seu posto graças à intervenção do empresário Donald Trump. Ela havia respondido no ar a uma pergunta a respeito de casamento entre homosexuais, dizendo que não era a favor, o que gerou uma onda de críticas.

Pois é... a declaração da Miss é mais importante que a gripe suína.

 

E minha segunda forte impressão após esta breve passagem por lá foi constatar que a tal da crise pode estar em qualquer lugar, menos nos shoppings da região de Miami. Pude visitar uns 3 e constatar que, mesmo durante a semana, o tráfego de visitantes - mas principalmente: o de gente realmente fazendo compras - está enorme! O consumismo impera, mesmo em meio à crise. Acho que o maior impacto da crise que pude constatar foi nos comerciais de carros na TV: agora boa parte mostra carrinhos pequenos como o Honda Fit, ressaltando o baixo consumo de gasolina.

 

Sábado
25Abr

Atenção na aula, garoto!

A velha dinâmica da sala de aula nunca me agradou, desde criança, passando por minha adolescência, época de faculdade e chegando aos dias de hoje. O modelo em que uma pessoa, o professor, fica sozinha falando e outros tantos, os alunos, ficam silenciosamente prestando atenção não funciona de maneira efetiva para que eu absorva conhecimento. Quando isso acontece meu nível de atenção não dura mais do que uns 30 minutos, e depois entra em rápido declínio.

Fui campeão em quantidade de aulas não frequentadas na faculdade. Mas lá era onde a formalidade dos professores transformava a participação do aluno em algo raríssimo. Lá a ordem, na maioria dos casos, era: o professor entra na sala, realiza seu monólogo, os alunos têm que ficar em absoluto silêncio (não precisam demonstrar interesse, basta não fazerem barulho ou dormirem), e no dia do exame o professor, para mostrar que é um "profissional exigente", apresenta questões de complexidade incompatível com a qualidade de sua aula. Lembro de professores que entravam na sala de aula, arriscavam um "boa tarde", viravam-se de costas para os 40 alunos na sala, e passavam ininterrúptos 80 minutos em seu monólogo enquanto rabiscavam seu giz no quadro.

 

Nesta época tive que desenvolver fortes dons auto-didatas, ou então não iria concluir a faculdade. Meu "wake-up call" foi quando reprovei no primeiro ano da faculdade, algo que até então eu nunca imaginei que aconteceria comigo. Certa vez estudei em uma noite (com a ajuda de meu pai que me deu valiosas dicas em cerca de 1 hora) a matéria de um semestre inteiro de uma Disciplina na qual eu simplesmente nunca havia assistido uma aula sequer. No dia do exame o mestre me parou na porta e perguntou se eu estava na sala certa. Resultado: tirei um 8.5, mais que suficiente para passar. E não foi um exame fácil, pois cerca de 1/3 dos que assistiram religiosamente as aulas acabaram reprovando.

O lado bastante positivo é que essa capacidade de aprender sozinho, pesquisando, no meu próprio ritmo, me ajudou (e ainda ajuda) profissionalmente e é um diferencial competitivo que acabei ganhando. Acho até que com a Internet e a forma com que se garimpa dados atualmente essa habilidade de cavar as informações e focar no essencial se tornou ainda mais bem-vinda.

E para minha felicidade, atualmente quando tenho que passar por uma sessão de treinamento,a coisa costuma ser bem diferente. Instrutores jovens e bem antenados com a atualidade, atuando na prática no mercado, cadeiras organizadas em "U" para promover a interação entre alunos, dinâmicas montadas de forma a estimular a participação de todos e levar o grupo às conclusões. Dessa forma tenho tanto interesse que o tempo não passa; sou sempre um dos que mais contribui, seja para ajudar a sustentar o que se está falando ou para questionar, sem medo de cara feia.

Acho que tem mais gente assim por aí... se é seu caso, deixe um comentário.  :-)

 

Quarta-feira
15Abr

Born to Ride - Vblade, Shadow e FatBoy

Desde o final de 2008 tenho investido em um novo hobby, o motociclismo.

Aprendi a andar de moto literalmente nas 15 aulas obrigatórias da moto-escola, já que na minha vida eu nunca havia andado em nada de duas rodas que trocasse marcha.

A primeira aquisição foi uma Sundown VBlade, uma custom de apenas 150 cilindradas que serviu seu propósito: 1) me ajudar a ter certeza de que eu curtiria pegar estrada de moto com amigos nos finais de semana; e 2) entender que andar no trânsito da cidade nos dias úteis estava longe de ser um prazer para mim.

Daí veio a audaciosa (e aguardada) troca por uma Honda Shadow 750, já o novo modelo 2009 com injeção eletrônica, com a qual estou até hoje (e provavelmente por muito tempo). Uma beleza de moto! Excelente potência, mecânica, estabilidade e altura do solo. Parece ter sido feita sob medida para mim.  :-)

Mas para consagrar o novo hobby, no começo de Janeiro aproveitei uma viagem a Las Vegas e tirei um dia junto com colegas para fazer um trajeto de mais de 500Km (ida-volta) até o Death Valley (Vale da Morte) com uma incrível Harley Davidson FatBoy de 1600 cilindradas alugada por lá. Moto excepcional para a estrada, com incrível aceleração e dirigibilidade. Só não passei dos registrados 184Km/h naquela fantástica estrada (tapete perfeito no meio do deserto) porque o vento no peito não deixou. :-)

Foi também uma boa oportunidade para testar o mais novo brinquedinho: um GPS TomTom RIDER 2nd edition para motos (com algumas features específicas como por exemplo ser à prova de chuva) que também estou usando no dia-a-dia no carro... mas esse merece outro post futuro...

Quarta-feira
15Abr

Mudanças na cara do blog

Depois de vários meses sem postar por aqui resolvi promover uma entrada de ar fresco no design do blog e mudar de engine. Estou agora testando o squarespace, saindo do consagrado blogger. É um certo risco, já que estou talvez indo na "contra-mão", ou seja, indo de uma ferramenta mais popular para uma menos popular e mais proprietária, mas com alguns ganhos interessantes em termos de flexibilidade de mudar a cara do blog futuramente.

Espero que gostem.